Depois de tanto tempo, volto aqui! Hoje e logo hoje, depois de tanto tempo sem te encontrar, encontrei-te hoje, por mero acaso, logo hoje que eu não queria... Hoje passar por ti e não poder dizer-te apenas uma palavra foi pior que cortarem-me o coração aos pedaços, hoje que me apetecia dar-te aquele abraço por ser o teu dia... Mas hoje tive apenas de olhar de longe, por baixo dos meus oculos de sol, e passar como se fosses uma pessoa com quem nunca falei na vida... Tinha tanta coisa para te dizer, tanto para te desejar, mas apenas pude ficar calada!
Espero que tenhas um optimo dia, porque apesar de tudo, há coisas que nunca mudam, e a ti desejo-te tudo de bom! Até um dia, quem sabe...
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
"Ás vezes quero gritar-te. Bem alto.
Quero agarrar-me a esse grito com todas as minhas forças - poderia ser que assim saísses de mim.
E a dor da tua ausência a fluir garganta acima.
E eu a ouvir-te a sair de mim - ecos de amor, de raiva, de desprezo, de carinho- grito fora.
E tu, espalhado pelo ar. Pedaços de ti a soarem cada vez mais baixo. Até que desaparecem no silêncio.
Em mim, nada fica.
Quero gritar-te.
Preciso de te gritar. Até perder a voz, perdendo-te de mim."
Quero agarrar-me a esse grito com todas as minhas forças - poderia ser que assim saísses de mim.
E a dor da tua ausência a fluir garganta acima.
E eu a ouvir-te a sair de mim - ecos de amor, de raiva, de desprezo, de carinho- grito fora.
E tu, espalhado pelo ar. Pedaços de ti a soarem cada vez mais baixo. Até que desaparecem no silêncio.
Em mim, nada fica.
Quero gritar-te.
Preciso de te gritar. Até perder a voz, perdendo-te de mim."
(E quando penso que a ferida fechou, descubro que ainda nem sarou...)
"Ás vezes quero gritar-te. Bem alto.
Quero agarrar-me a esse grito com todas as minhas forças - poderia ser que assim saísses de mim.
E a dor da tua ausência a fluir garganta acima.
E eu a ouvir-te a sair de mim - ecos de amor, de raiva, de desprezo, de carinho- grito fora.
E tu, espalhado pelo ar. Pedaços de ti a soarem cada vez mais baixo. Até que desaparecem no silêncio.
Em mim, nada fica.
Quero gritar-te.
Preciso de te gritar. Até perder a voz, perdendo-te de mim."
Quero agarrar-me a esse grito com todas as minhas forças - poderia ser que assim saísses de mim.
E a dor da tua ausência a fluir garganta acima.
E eu a ouvir-te a sair de mim - ecos de amor, de raiva, de desprezo, de carinho- grito fora.
E tu, espalhado pelo ar. Pedaços de ti a soarem cada vez mais baixo. Até que desaparecem no silêncio.
Em mim, nada fica.
Quero gritar-te.
Preciso de te gritar. Até perder a voz, perdendo-te de mim."
(E quando penso que a ferida fechou, descubro que ainda nem sarou...)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Porque?!
Mais uma vez te digo o que por ti passei fui contra tudo e todos e nunca te deixei. Nunca desisti e quem sabe, nunca desistirei, foste tudo para mim, por ti eu tudo arrisquei. Mas foi tudo em vão, deixaste-me aqui sozinha, como é que eu te posso perdoar? Como é que eu posso ser tua amiga? Nem sei em que pensar a minha mente está tão vazia, as vezes sinto-me tão sozinha porque já não sinto a tua companhia. Mas será que sofres como eu? É que tudo a minha volta contigo desapareceu, o que te faz ser assim? Tu nunca me amas-te? Porque é que lutas-te tanto por mim, se depois me abandonas-te...
PORQUÊ?!?
Será que nunca te mereci? Aceitemos a verdade: tudo o que começa tem um fim. Como posso viver em paz se estás em tudo o que me rodeia? Para onde me viro tudo à minha volta se incendeia. É difícil de acreditar mas sei que não te vou esquecer, Só tudo vai acabar quando um dia eu desaparecer, abençoado seja o dia em que isso acontecer, espero estar longe de ti para poder adormecer. Lamento-me por algo que entre nós aconteceu, não te acuses de nada talvez a culpada tenha sido sempre eu. Precipitei-me desde o primeiro momento em que te vi, mas fico contente por ter chegado até aqui!!!!! É esta a minha despedida...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Quando nos entregamos ao destino, este por vezes leva-nos tudo o que de bom nos trouxe.
É cruel dizer "adeus".
Dizer "adeus" logo no instante em que sentes que de facto valeu a pena dizer "ola". Bem, e 2 segundos depois apercebemo-nos que houve uma despedida. Começa-se então a sentir um vazio enorme a consumir-nos o peito, sem qualquer sentimento de esperança de que existirá um reencontro.
Ao cair-mos em nós, o único pensamento, é de que houve apenas um "ate já", ignorando então o "até nunca" que foi imaginado no momento inevitável da despedida. Finalmente a esperança predomina.
É complicado olhar para tras, recordar pequenos momentos que mudaram a nossa vida, e saber que nao ha volta a dar, restando apenas uma lição do passado, e o eterno sentimento desvastador que nos destrói por dentro.
Para que faça sentido, a vida deve ser encarada com expectativa. Acordar de manhã com a sensação que será o dia perfeito, e que haverá coragem para fazer tudo o que foi deixado para fazer.
É cruel dizer "adeus".
Dizer "adeus" logo no instante em que sentes que de facto valeu a pena dizer "ola". Bem, e 2 segundos depois apercebemo-nos que houve uma despedida. Começa-se então a sentir um vazio enorme a consumir-nos o peito, sem qualquer sentimento de esperança de que existirá um reencontro.
Ao cair-mos em nós, o único pensamento, é de que houve apenas um "ate já", ignorando então o "até nunca" que foi imaginado no momento inevitável da despedida. Finalmente a esperança predomina.
É complicado olhar para tras, recordar pequenos momentos que mudaram a nossa vida, e saber que nao ha volta a dar, restando apenas uma lição do passado, e o eterno sentimento desvastador que nos destrói por dentro.
Para que faça sentido, a vida deve ser encarada com expectativa. Acordar de manhã com a sensação que será o dia perfeito, e que haverá coragem para fazer tudo o que foi deixado para fazer.
É certo que a desilusão será um obstáculo,
mas se houver experança, o dia seguinte chegará!!
mas se houver experança, o dia seguinte chegará!!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O meu banco tinha deixado de ter sentido, era, então, o NOSSO banco... Já nem sabia sentar-me lá sozinha, estava habituada à tua presença...
Até que foste deixando de aparecer no meu banco, conseguindo deixar um vazio lá...
Agora sento-me nele sozinha, enquanto me vou habituando vou percebendo as coisas que tu fazes sem mim... Muitas desiludem-me... Tudo aquilo que dizias que nunca mais voltavas a fazer é tudo aquilo que fazes...
Apaguei (quase) tudo o que me lembrava de ti, quero adormecer tudo aquilo que já passamos!!!
Estou sentada no meu banco sozinha e (agora) não quero a tua companhia...
Até que foste deixando de aparecer no meu banco, conseguindo deixar um vazio lá...
Agora sento-me nele sozinha, enquanto me vou habituando vou percebendo as coisas que tu fazes sem mim... Muitas desiludem-me... Tudo aquilo que dizias que nunca mais voltavas a fazer é tudo aquilo que fazes...
Apaguei (quase) tudo o que me lembrava de ti, quero adormecer tudo aquilo que já passamos!!!
Estou sentada no meu banco sozinha e (agora) não quero a tua companhia...
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