terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Quando nos entregamos ao destino, este por vezes leva-nos tudo o que de bom nos trouxe.
É cruel dizer "adeus".
Dizer "adeus" logo no instante em que sentes que de facto valeu a pena dizer "ola". Bem, e 2 segundos depois apercebemo-nos que houve uma despedida. Começa-se então a sentir um vazio enorme a consumir-nos o peito, sem qualquer sentimento de esperança de que existirá um reencontro.
Ao cair-mos em nós, o único pensamento, é de que houve apenas um "ate já", ignorando então o "até nunca" que foi imaginado no momento inevitável da despedida. Finalmente a esperança predomina.
É complicado olhar para tras, recordar pequenos momentos que mudaram a nossa vida, e saber que nao ha volta a dar, restando apenas uma lição do passado, e o eterno sentimento desvastador que nos destrói por dentro.
Para que faça sentido, a vida deve ser encarada com expectativa. Acordar de manhã com a sensação que será o dia perfeito, e que haverá coragem para fazer tudo o que foi deixado para fazer.

É certo que a desilusão será um obstáculo,
mas se houver experança, o dia seguinte chegará!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


O meu banco tinha deixado de ter sentido, era, então, o NOSSO banco... Já nem sabia sentar-me lá sozinha, estava habituada à tua presença...
Até que foste deixando de aparecer no meu banco, conseguindo deixar um vazio lá...
Agora sento-me nele sozinha, enquanto me vou habituando vou percebendo as coisas que tu fazes sem mim... Muitas desiludem-me... Tudo aquilo que dizias que nunca mais voltavas a fazer é tudo aquilo que fazes...
Apaguei (quase) tudo o que me lembrava de ti, quero adormecer tudo aquilo que já passamos!!!
Estou sentada no meu banco sozinha e (agora) não quero a tua companhia...