segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


O meu banco tinha deixado de ter sentido, era, então, o NOSSO banco... Já nem sabia sentar-me lá sozinha, estava habituada à tua presença...
Até que foste deixando de aparecer no meu banco, conseguindo deixar um vazio lá...
Agora sento-me nele sozinha, enquanto me vou habituando vou percebendo as coisas que tu fazes sem mim... Muitas desiludem-me... Tudo aquilo que dizias que nunca mais voltavas a fazer é tudo aquilo que fazes...
Apaguei (quase) tudo o que me lembrava de ti, quero adormecer tudo aquilo que já passamos!!!
Estou sentada no meu banco sozinha e (agora) não quero a tua companhia...

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